A RE-descoberta do EU
- Almas Viajantes Mentoria
- 5 days ago
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E se o autoconhecimento não fosse sobre se tornar alguém novo… mas sobre remover, aos poucos, tudo aquilo que te afastou de quem você sempre foi?

Desde que comecei meu processo de autoconhecimento através de terapias clínicas (psicologia, psiquiatria) e holísticas (reiki, constelação familiar, registros akáshicos, consagração de medicinas da floresta, entre outros), eu percebo um padrão muito interessante:
Quanto mais me aproximo do meu EU, de quem eu realmente sou e do que vim fazer nesse planeta, mais eu me aproximo do divino.
Mas o mais interessante de tudo isso é que eu só percebi isso depois de alguns anos inserida nessa investigação profunda de mim mesma.
Os primeiros anos desse trabalho evolutivo foram intensos, mas hoje eu percebo que ainda estava nadando na parte rasa, entendendo apenas aquilo que a minha mente consciente já sabia.
Não me entenda mal: esse trabalho, por si só, exige muito de nós. Principalmente a resiliência de persistir em um processo que causa desconforto. E o nosso cérebro não gosta nem um pouco disso.
Conforme os anos foram passando, mergulhei nas águas mais profundas: nos traumas transgeracionais, nas memórias que escondi de mim mesma para sobreviver...
Aos pouquinhos, uma descoberta por vez, fui me RE-encontrando, me RE-descobrindo, encontrando meu caminho de volta para mim.
E agora, estando há 6 anos inserida nesse movimento, comecei a perceber que, quanto mais me aproximo de quem eu gostaria de ser, não para cumprir um papel imposto, não para agradar, nem para ser igual a ninguém, mais sinto uma fluidez.
É como se eu tivesse tirado, aos poucos, os entulhos que fui colecionando ao longo do tempo e que, sem perceber, adicionei no meu próprio caminho, impedindo a minha vida de fluir.
E o mais maravilhoso é que eu vejo as pessoas à minha volta passando pelo mesmo processo.
Quem acompanha meu perfil no Instagram e o podcast DREvaneios sabe que eu acredito muito que atraímos para a nossa vida pessoas que vibram na frequência que nós vibramos.
E tenho percebido que minhas relações têm seguido exatamente esse padrão.
Percebo que meus amigos mais próximos, ou pessoas que conheci recentemente, estão todas, de alguma forma, em um processo de reencontrar a si mesmas e assumir seu ser mais autêntico.
Inclusive, recentemente finalizei um ciclo da mentoria Almas em Direção e, durante um exercício em que listávamos motivos para celebrar, uma mentorada me disse:
"Percebo que, após a mentoria, consigo me sentir mais confortável em minha própria roupa."
E isso ressoou profundamente comigo.
Porque quando comecei a ocupar o MEU lugar no mundo, percebi que me sentia mais feliz e confortável em minha própria pele.
Mas também percebi algo ainda mais bonito:
O mundo à minha volta começou a responder a essa identidade.
Amizades, trabalhos, processos começaram e terminaram.
Tudo com o propósito de abrir espaço para esse novo EU.
Esse EU que eu nasci para ser.
Decidi dividir isso porque tenho certeza absoluta de que quem está vibrando nessa frequência vai se identificar.
E quem está buscando respostas… talvez encontre alguma aqui também.
E lembre-se:
Somente você pode ser quem você veio ser no mundo. Ninguém mais.
Quer conversar sobre isso?
Se você se identifica com esse texto, me manda uma mensagem aqui pelo site ou no Instagram:@almasviajantes.oficial
Se sentir que essa mensagem pode tocar alguém, compartilha com ela/e.
Antes de ir...
Se algo dentro de você leu esse texto e pensou: “acho que estou vivendo isso”, talvez a Mentoria Almas em Direção faça sentido para o seu momento.
Um espaço criado para mulheres que estão em processo de se reencontrar, ocupar o próprio lugar no mundo e viver sua vida com mais consciência.
E se você gosta desse tipo de reflexão, talvez o DREvaneios seja um bom próximo passo.
Um espaço onde eu penso em voz alta sobre aquilo que atravessa o cotidiano e quase nunca encontra lugar para ser dito.
Um grande abraço,
Andressa
Almas Viajantes



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